Duas semanas atrás eu fui pela primeira vez a uma casa de swing. Achei que estava indo observar sexo. Voltei pensando em vergonha, religião, desejo, performance e na necessidade humana de ser visto. Neste episódio, misturo meu relato pessoal com psicanálise, filosofia e humor para explorar uma pergunta que vai muito além das casas de swing: quando estamos vivendo uma experiência real e quando estamos apenas interpretando um papel? Um papo sobre voyeurismo, exibicionismo, reconhecimento, heteronormatividade, fantasias e os estranhos caminhos que percorremos para nos sentirmos desejados. Porque talvez o que a gente mais procure não seja sexo. Seja existir no olhar de alguém.