Nesse episódio eu conto, em voz bem alta, como saí do lugar da mulher que olha celular, surta quando ele sai, imagina cena de traição na cabeça…
pra alguém que tá, real oficial, de boa com o namorado indo viajar pra um chalé com o afeto dele.
Não é um conto de fadas da “evoluída sem ciúmes”.
É o contrário: é um mergulho nas camadas do que a gente chama de ciúme quando, na prática, muitas vezes é outra coisa doendo.
Neste episódio eu falo sobre:
quantas vezes você chamou de ciúme algo que, na verdade, era só você se sentindo deixada de lado, pouco considerada, usada, cansada?
Não-monogamia ética, monogamia, amor sem sigla… eu passo por tudo isso, mas no fim chego aqui:
não é um modelo de relação que vai dizer se o que você sente é ciúme.
É a honestidade de perguntar: “onde dói de verdade em mim?”
Se você já se sentiu louca, errada ou “dramática” por sentir alguma coisa quando o outro está com outra pessoa (ou com o trabalho, ou com o celular),
esse episódio é um convite a olhar pro ciúme com menos moralismo, menos polícia do sexo e mais verdade.